iPhone 6S ou Galaxy S7

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A crise brasileira tornou os preços da Apple ainda mais salgados, isso incrementou o  seguinte questionamento à nossa comunidade de admiradores da Maça, ainda vale a pena comprar iPhone?

Essa dúvida se deve não apenas ao mal estar econômico no Brasil, mas também ao esforço da concorrência, que tem trazido para o mercado ofertas tentadoras, preços sempre mais acessíveis e produtos com características técnicas muito boas.

Entre os rivais do iPhone damos destaque ao Galaxy da Samsung, um aparelho para lá de interessante, que desperta a curiosidade até mesmo do maior fã da Apple. Uma verdade deve ser dita a empresa coreana não inovou em absolutamente nada, apenas copia tudo que pode, sem qualquer ideia original.

Acreditamos que nesses últimos tempos o maior trunfo da Sammy foi a tela, com tecnologia AMOLED, que proporciona a intensidade do preto, das cores, maior resolução, indubitavelmente melhor, do ponto de vista visual, que a tela LCD do iPhone, tecnologia IPS. Devemos ressaltar que a última tecnologia, apesar de mais antiga ostenta as suas vantagens, o que confere a tela durabilidade, visibilidade em ambiente ensolarado,  autonomia de bateria. Entretanto, no final o que vale mesmo é aquela impressão das imagens deslumbrantes e o impacto daquela tela que ocupa as bordas, tornando o aparelho bem atraente no design.

O segundo ponto forte da linha Galaxy S é a autonomia de bateria, que possui maior capacidade energética, mas também gasta mais em razão do seu hardware, mesmo assim tem um saldo de energia maior que aquele encontrado no segmento dos iPhones.

Uma vez pisados esses detalhes importantes, ao ponto principal, o Galaxy S7 ou o iPhone 6S?

Os dois são bons em termos de qualidade e vantagens. Devemos alertar que o Galaxy S7 não trás nenhuma inovação em relação ao Galaxy S6. Quem nunca usou Apple pode certamente escolher qualquer um de ambos aparelhos e ser muito feliz. Verdade seja dita, a maior desvantagem do iPhone é o preço, no Brasil.

O iPhone se você já conhece, é um produto de qualidade incontroversa. O Galaxy é um produto robusto, que tenta superar o iPhone. O critério de desempate é o sistema operacional, o iOS continua, mesmo com as limitações, um sistema mais lapidado, seguro e avançado que a sua cópia, o Android. Sem mencionar as vantagens do ecossistema da Apple e da facilidade de uso por quem já está acostumado com ele. A sinergia de um produto em que o hardware e software interagem numa simbiose eficiente e intuitiva continua sendo um triunfo do iPhone.

Superada essa intuitividade e costume de uso do iOS nada impede que você se empolgue com um pequeno incremento da autonomia de bateria do Galaxy S7, tela de resolução maior, cores mais vivas e um aparelho com design mais arrojado. E ainda tem os mimos recentes, um Oculus que cansa de usar em uma semana e uma resistência à água que para a maioria das pessoas, em termos práticos, não será uma grande vantagem além de tirar onda com os amigos.

Gostaríamos muito de ler as suas dúvidas e opiniões sobre o assunto!

 

iPhone completa 8 anos, a revolução do bem

Há exatos 8 anos, no dia 29 de Junho de 2007, o primeiro iPhone era lançado e uma revolução tinha seu início. Essa data foi um divisor de águas marcante e uma vitória para o consumidor. Até então ele estava preso ao que ditavam as operadoras de celular e ao baixo e caro padrão de aparelhos impostos pelas fabricantes tradicionais. Foi mais que o lançamento de um novo produto, houve também a transição de conceitos na indústria e no mercado de consumo, na sociedade como um todo. Das coisas pequenas às grandes a rotina da humanidade nunca mais foi a mesma.

A Apple criou uma nova fronteira agrícola digital, até os seus concorrentes foram agraciados com o novo campo que se abriu. Milhares de empresas surgiram do nada e algumas se valorizaram na casa dos bilhões. E considerando que uma coisa puxa a outra, o fenômeno do Youtube, Facebook está intimamente associado ao mundo dos smartphones. Hoje em países como o Brasil as pessoas já passam mais tempo na internet que vendo televisão. Se na terra da novela está assim, imagina em outros lugares.

Quando Steve Jobs mostrou ao mundo a jóia da tecnologia chamada iPhone, ele provocou uma metamorfose de hábitos, padrões e demandas que foram muito além do próprio dispositivo celular e de seus compradores. O mercado como um todo mudou, o mundo mudou. O visionário co-fundador da Apple elevou a importância da tecnologia para um patamar de bom gosto, que compreende até a arrumação dos fios dentro do produto.

A exigência por uma mercadoria de qualidade, e de recursos que realmente funcionam bem, puxa consigo uma demanda de alto nível para outros gêneros e serviços, públicos ou privados. Muitos que não conheciam a Apple passaram a ter conhecimento de sua existência e de suas premissas tecnológicas, e comungaram com a mesma visão de tecnologia, beleza e praticidade. Foi um efeito em cadeia, surgiu uma nova cultura e as pessoas passaram a cobrar por soluções mais qualificadas. Elas se tornaram mais exigentes e informadas.

A Apple se tornou foco central de tendências, basta ver um exemplo simples, o formato de layout e mídia que Cupertino emprega em suas atividades, é tudo exaustivamente copiado, ou inspirado, no design de sítios de internet, softwares, produtos e em diversos comerciais e em outros segmentos. Até o conceito de decoração de suas lojas é exaustivamente copiado ou inspirado. As pessoas deram mais importância às fontes, mesmo sem saber.

É muita coisa pra enumerar, mas com o iPhone as pessoas passarão a estar mais conectadas à tecnologia e o mundo encolheu mais um pouco diante de tantos avanços que acompanharam este smartphone. Houve uma revolução dos meios de transmissão de dados que foram melhorados com vistas a se adequar a demanda do novo perfil de usuários, o uso de internet móvel foi massificado com o ponta pé inicial da Apple. O cotidiano das pessoas ao redor do mundo foi alterado em profundidade.

O iPhone é um diário, é um cofre, é um retrato, é um computador de bolso, é um canivete suíço, é muitas coisas ao mesmo tempo, e tornou-se essencial na vida de muitas pessoas, é muito mais que um mero comunicador.

O que mais nos admira na Apple, é que ela liderou essa revolução ostentando bandeiras como a da ética, de respeito a natureza, beleza, satisfação do consumidor, do trabalhador, ela abraçou todos os bons valores ao mesmo tempo e nos brindou com o iPhone.

Um brinde ao iPhone e a todos os que o idealizaram e o trouxeram ao mundo, parabéns por 8 anos! Viva a inovação e a vitória do bem!

Diário do Apple Watch #1

Abrir a caixa foi uma experiência incrível, no meio de todo aquele entusiasmo, depois de aguardar um bom tempo para colocar a mão no produto, foi uma verdadeira afobação misturada à alegria.

E o depois, quando dissipa o véu da euforia e temos que encarar o relógio com a realidade, e aí? Será que o amor continua no ar? Essa pergunta deve estar ricocheteando na cabeça de muitos que estão incertos, sobre comprar ou não o vestível da Apple.

E por conta disso, e também na falta de matérias interessantes pra comentar, resolvemos adotar uma abordagem mais pessoal para tratar do relógio. Nós resolvemos fazer um diário, que não necessariamente será postado todos os dias, mas que evidenciará o uso do produto de uma forma mais rotineira.

O primeiro uso

O aparelho não requer nenhum esforço para ser configurado em sua ligada inaugural. É tudo feito de forma automática, bem simples e rápido.

Antes de adquirirmos o relógio inteligente da Apple nós resolvemos testar outros dispositivos, o Pebble e o Jawbone UP 24. A pulseira fitness quebrou após menos de 3 meses de uso, sem mais nem menos, descobrimos que este modelo é muito problemático. O Pebble sempre funcionou perfeitamente até que resolvemos, agora, aposentá-lo por causa do Apple Watch. Logo de início, numa primeira comparação, o Pebble perde na beleza exterior e na resolução de tela.

Notificações

Usávamos o Pebble apenas para o recebimento das notificações, eis que esta é praticamente a sua única função. E para o Apple Watch, neste momento inicial, adotamos o mesmo perfil de uso, ele tem servido para notificar. E o que estamos achando do sistema de notificação do Apple Watch?

Numa comparação grosseira, o sistema de notificação deles é semelhante. O WhatsApp, que é o app mensageiro mais usado, não mostra no relógio da Maçã o preview das imagens enviadas, ou do áudio, apenas notifica o usuário para que ele tome conhecimento de que houve o recebimento deste tipo de mensagem, tal como ocorre com o Pebble. O grande diferencial do Apple Watch, além das cores e da resolução da tela, é a taptic engine que simula algo similar a um peteleco no pulso da pessoa, para tornar a notificação uma experiência sensitiva mais interessante.

Esperávamos no campo das notificações algum diferencial para o WhatsApp, mas ainda não houve. De repente, isso é algo que dependa dos programadores do aplicativo e não dos relógios mencionados.

O interessante de nossa experiência é que estamos sem chip móvel, então só estamos usufruindo o relógio quando conseguimos encontrar wifi, em decorrência dessa situação estamos com um uso tão moderado do produto que no final do dia, às 11 horas da noite, a bateria do relógio ainda está ficando em torno 60%. Com as ligações recebidas e enviadas, no futuro, esse rendimento deverá cair sensivelmente.

Em breve deixaremos mais anotações.

MacBook “Air Retina” 12 Polegadas vale a pena?

Feliz Dia das Mães! Elas merecem essa comemoração! Afinal somos todos filhos das mães. Por isso, hoje é uma daquelas datas que devemos caprichar no carinho e declarar todo o nosso amor para essas mulheres tão especiais em nossas vidas. E acaso alguma delas pense em ganhar ou comprar o MacBook 12 polegadas, estamos desaconselhando, nada de Mac dourado por enquanto.

Espiamos diversos reviews, notícias, vídeos, opiniões, especificações, fotos da nova obra de arte da Apple, e chegamos a conclusão que este produto ainda não vale a pena. Sabemos que muita gente se questiona qual modelo comprar: o MacBook 12 polegadas, ou o MacBook Retina 13 Polegadas, ou um MacBook Air.

Esperávamos que o novo MacBook fosse a junção de dois produtos, do Air com o Pro Retina de 13 polegadas. Entretanto, o nosso veredicto é que o referido utensílio eletrônico ainda não é completamente essa fusão.

Vale a pena o MacBook 12 polegadas com tela retina? Resposta: ainda não.

Sem dúvidas o produto é magnífico, por ser tão fino ele rivaliza com o iPad. Os engenheiros de Cupertino projetaram o próximo passo da revolução da informática, a máquina mais versátil e bela até hoje produzida. O problema é que para esse feito, neste primeiro momento, foi necessário sacrificar o poder de fogo deste gracioso Mac.

O produto apesar das suas inegáveis qualidades de imagem da tela retina, e de seu tamanho nanico, possui uma desempenho quase igual ao do seu meio irmão, ao do MacBook Air convencional. Infelizmente o desigual quadro comparativo demonstra que o MacBook de 12 Polegadas usa o pior HD Graphics dos Macs, um de 5300 enquanto o resto da família usa a versão do HD Graphics 6000 pra cima, inclua-se o MacBook Air.

Se a sua intenção é autonomia de bateria, eis que esse é outro ponto abaixo do esperado para essa máquina. No MacBook 12 polegadas a duração de bateria está prevista para 9 horas de navegação pela internet e 10 horas de filme pelo iTunes, o Air de 13 polegadas tem autonomia de 12 horas! O Macbook Pro Retina de 15 polegadas resiste até 8 horas e o MacBook Pro Retina de 13 polegadas aguenta até 10 horas de navegação pela internet ou 12 horas de filme!

Outra parte do problema é a conectividade, o novo produto da Apple inovou demais e disponibiliza apenas um conector, que serve como USB e entrada para o recarregador ao mesmo tempo… É a única entrada deste Mac!

E para dar o fatality, vem a questão do preço, apesar de todo essa inferioridade funcional, o preço do produto é mais caro que o de outra máquina da Apple, mais possante, com mais autonomia de bateria, 1 polegada de tela a mais, mesma qualidade de imagem, que apenas não tem as medidas tão finas e arrojadas.

O veredito é: compre o MacBook Pro Retina 13 polegadas, ele deverá atender a todas as suas exigências perfeitamente e ainda vai economizar o seu bolso.

HearthStone chega finalmente ao iPhone! Atualizado – Impressões

“FECHE A PORTA! ESTÁ FRIO LÁ FORA!” By Anão do HearthStone

Era muito aguardado, esse cada vez mais popular game da Blizzard, finalmente chegou ao iPhone!

Pra quem não conhece, esse é um jogo de “cards”, é um legítimo sucessor do Magic, mas feito pela Blizzard, que é praticamente uma Apple dos games eletrônicos. Cada card possui uma propriedade especial, de ataque, defesa, cura, é uma verdadeira evolução do Super Trunfo.

Os jogadores escolhem um herói e ganham um deck básico de cards, uma coleção de cartas. A evolução do personagem permite aquisição de mais cards gratuitos, ou comprados. Existem diversas opções de jogabilidade, entre elas, contra o computador, humano, sem ou com ranking. As batalhas são em turnos, vence quem trucidar o herói do oponente primeiro. Existe até modo história, com algum enredo de plano de fundo.

Esse é o primeiro jogo “gratuito” da Blizzard, e também é o primeiro a ser lançado para plataformas móveis. O Game é resultado de uma conjunção de fatores, relevância das plataformas móveis, ascenção das receitas dos freemium, declínio do World of Warcraft e a demanda que havia por um jogo do gênero.

É basicamente um jogo de baralho com estratégia, e dependendo do mode, uma pitada de sorte. Quem gosta de jogar Buraco, Truco, Canastra ou Pôquer pode se assustar um pouco com a dinâmica do game, mas se tiver paciência pode tomar gosto. Jogamos várias vezes e só apanhamos sem parar, resolvemos dar um intervalo para atualizar esse post.

Ainda que tenha uma mecânica que para alguns pode ser difícil de se familiarizar, vale a pena testá-lo. A qualidade sonora e gráfica segue o padrão da Blizzard, e este é um título de peso em qualquer plataforma, com certeza não poderia ser diferente agora na AppStore. O resultado final é um game sólido que não deixa nada a desejar em relação as suas versões de PC e de Mac.

É tudo muito fluído e envolvente, até se esquece que é apenas um jogo de cartas tamanho a fascinação que ele pode provocar. O pior disso tudo, é que ele pode viciar, pois além das qualidades mencionadas, possui apelo ao casual, não é necessário ser gamer hardcore para ir adiante ou se divertir, nem é necessário dispor de muito tempo, pois as partidas podem ser rápidas.

O game exige pelo menos uns 800 mega do seu device, uma conexão com a internet e o registro de uma conta na Battle.net da Blizzard.

Em decorrência de ser plataforma cruzada, a boa notícia é que os jogadores no iPhone poderão enfrentar oponentes que acessam o jogo no iPad, no Mac, no PC ou em outros dispositivos móveis. É uma integração bacana. Lembrando que o game é gratuito em todas as plataformas mencionadas e que a evolução dos personagens é salva e pode ser desfrutada em qualquer uma delas.