Constituição Federal de graça no iBooks

A população brasileira convive com a selvageria, mas até macaco segue uma regra. E na nossa selva a lei máxima é a Constituição Federal de 1988. Que tal tê-la de graça? Conhecer um pouco dessa lei maior é condição essencial para tornamos a palavra “ordem” da bandeira uma realidade.

O Brasil vive um período infausto, crime fora do controle, seja por ação de armas de fogo ou das canetas de engravatados corruptos. Entretanto, existe uma luz no final do túnel. O conhecimento sempre será a luz nas trevas. Portanto, vamos conhecer a Constituição, ela é um conjunto de regras que estrutura o Estado, o governo; os deveres e direitos de seus cidadãos; dela emana todas as outras leis.

Lassalle dizia que são os fatores reais de poder que definem uma constituição, Carl Schmitt dava a tônica política e Kelsen envergava a teoria pura do direito com a sua perspectiva lógica e positiva. O que interessa agora é o sentido tecnológico da constituição e a força disso está em bytes, em conteúdo digital, ao alcance da palma da mão. Um novo capítulo do Direito e da Sociedade abriu a sua página que serão profundamente transmutamos pelos novos horizontes digitais.

Num raio que vai do curioso ao profissional jurídico, todos podem ter em seu domínio um dos melhores livros de fábulas de todos os tempos, a Constituição da República Federativa do Brasil. Cabe a cada um transformar a fantasia em realidade e o primeiro passo é conhecê-la.

Foi uma surpresa enorme encontrar esse título nos livros gratuitos do acervo do iBooks, que é um aplicativo nativo do iPhone. Maior espanto ainda foi saber que esse volume foi disponibilizado pela Câmara dos Deputados, uma iniciativa digna de elogiosas menções.

O livro digital está bem atualizado e conta com 92 emendas à Constituição (ela é mais costurada que o Frankenstein) e possui um versão em inglês. Nenhum usuário de iPhone brasileiro tem desculpa para não conhecer a carta fundamental de seu país. A seção de livros gratuitos do eBooks pode surpreender com outros livros igualmente interessantes.

Com tantas versões pagas, chega de gastar dinheiro por algo que você pode ter de graça e com toda a qualidade que se espera de um livro digital. E você, já leu a Constituição hoje?

Eis o link para para o download da versão em português, Constituição da República Federativa do Brasil

Eis o link para o download da versão em inglês, Constitution of the Federative Republic of Brazil

Jogar paciência do Windows

A República Federativa do Brasil está cada vez mais afundada no mar de esgoto desovado pelos porcos que controlam os rumos do país, as 10 medidas contra a corrupção sendo retalhadas, anistia pra toda a bandidagem da gravata, novo presidente já envolvido com pressão no Ministério da Cultura, e enquanto isso nos resta ou a indiferença, ou ter toda a paciência do mundo.

Falando de paciência, a Microsoft, com um atraso de quase uma década, resolveu migrar um de seus maiores sucessos para a plataforma do iOS. Trata-se exatamente do popular jogo Solitaire, conhecido no Brasil como Paciência. O jogo é simples e intuitivo, além de um excelente terapêutico.

O aplicativo é gratuito e mata a saudade daqueles que abriam o Paciência no Windows e deixavam as horas passarem naquela serenidade do famoso joguinho de baralho. A única crítica em relação ao app, que testamos com o iPhone Plus, é que as cartas parecem um pouco pequenas, dificultando levemente uma visualização tranquila das imagens.

E você, o que achou do app? Compartilhe conosco o que achou!

Paciência para iPhone e iPad

iPhone é uma Montblanc?

Ao perambularmos pelas alas chiques de shopping centers, muitas vezes caminhamos bem próximos das vitrines de lojas da Montblanc. O interior delas é sempre elegante, os seus vendedores bem vestidos e os preços, esses caros. O que contemplamos com os olhos ávidos e com o prazer tátil são produtos resultados de pelo menos 100 anos de tradição. Toda essa atmosfera estimula uma sensação de desejo. E quanto aos artefatos da Apple?

Em um canto não muito distante encontramos lojas da Apple, estas são abarrotadas de gente, com uma disposição de espaço simples, sem luxos, a não ser os seus próprios produtos. Enquanto a marca alemã se originou de caneta tinteiro, a outra nasceu de uma garagem na Califórnia, fabricando caixas com circuitos. O tempo é relativo e a evolução tecnológica nos últimos 20 anos foi bem maior que a das canetas em mais de um século. O renome da segunda foi marcado pelo que ela fez com o tempo e não pelo que foi feito ao longo do tempo.

Acima da contagem temporal estão os desejos e fantasias. A Maçã também tenta vender a imagem da sofisticação, foi dessa forma que a Monte Branco montou o seu império. Entre similaridades e distinções, o primor compartilhado pela qualidade, por exemplo, existe uma característica específica que talvez seja divergente, a da seletividade. Enquanto uma marca se prende explicitamente ao segmento de luxo, a outra se esforça para estar além disso. A Apple investe em publicidade popular e estimula a compra de seus produtos com programas de trocas, venda de produtos refurbished e descontos para estudantes. Alguém poderia chamar isso de luxo popularizado.

Partindo para apontamentos pessoais, quando uma pessoa compra uma caneta ou carteira da Montblanc, ela poderia comprar os mesmos produtos de outra branch e teria a mesma funcionalidade? No caso da carteira, sem dúvida sim. Na caneta, também. E na hipótese do iPhone, a pessoa poderia utilizar o iOS em aparelhos de outra marca? A resposta é não. Um advogado ao assinar um contrato ou quaisquer outros documentos com uma Montblanc causa a mesma impressão ao seu cliente, ao atender a ligação com um iPhone? A resposta é definitivamente não. Sem mais delongas, o iPhone não é uma Montblanc! Pelo menos não no sentido de status e exclusividade.

E pra você? O iPhone é como se fosse fosse uma Montblanc?

 

7 de Setembro, vamos comemorar

Foi no dia 7 de Setembro, às margens plácidas que um dos filhos mais apaixonados da pátria mãe gentil, Dom Pedro I, declarou o seu ato de amor pelas terras do Brasil. E por ser feriado, amanhã, os brasileiros aficionados em Apple poderão ter um passatempo divertido, acompanhar as novidades a serem divulgadas em São Francisco. O auditório está pronto para receber os convidados e a imprensa. Os rumores dizem que neste evento serão lançados não apenas os “novos” iPhones 7, mas bem como serão anunciados os novos MacBooks e possivelmente o Apple Watch.

Existe um consenso a respeito do novo smartphone da Maçã, ele não trará novo design e será tímido nas mudanças. Aqui pensamos de igual maneira. E pra deixar bem claro quais são as nossas previsões, eis a nossa aposta em relação a mudanças:

  • 32GB, 128GB e 256GB
  • nova opção de cor
  • desaparecimento da entrada P2 usada pelos fones de ouvidos tradicionais
  • mais RAM no modelo PLUS
  • pequena melhora da câmera
  • mudança do botão Home, deixa de ser físico
  • alteração do desenho das linhas das antenas
  • novo processador
  • oficialmente resistente à agua

O evento poderá ser acompanhado pela Apple TV ou pelo computador. E você, quais são as suas previsões para este lançamento? Deixa a sua opinião.

 

 

Olha quem foi flagrado com um iPhone

 

Futebol, religião, política e smartphone não se discute. Mas lamenta-se um dos fundadores do Google, que foi flagrado muito à vontade com o seu iPhone 6S.

O felizardo proprietário é o Eric Schmidt, ex CEO do Google, que estava prestigiando um evento tecnológico na Coréia do Sul. De Acordo com as imagens, ele parecia bem entretido com o seu gadget da macieira. E aproveitou a ocasião para clicar algumas fotos.

Interessante! Ele prefere usar um iPhone 6S a usar um Galaxy S7 da Samsung, uma das maiores parceiras de sua empresa. Nada contra, isso mostra que ele tem bom gosto.

Esse flagrante ilustra bem a inequívoca qualidade do iOS, mesmo diante de um Android parrudo. Ambos os sistemas estão bem maduros, mas o primeiro, possui uma simplicidade e sofisticação que ainda arrasta usuários.

Lembrando que Schimidt foi conselheiro da Apple até que o Google copiou o iOS e Steve Jobs enfurecido declarou guerra.

Mesmo que o Galaxy S7 ofereça um pouco mais no que tange autonomia de bateria, câmera, tela OLED, o aparelho da Apple ainda dá sinais de vigor perante os seus correntes.

Fonte: OSEN