iPhone 8 só em novembro

Se você está com empolgação para manusear o seu futuro novo iPhone 8, pode freiar essa vontade.

De acordo com fontes diversas, principalmente de analistas de mercado e fornecedores, a Apple está enfrentando toda sorte de situações para produzir os seus aclamados dispositivos móveis.

O cenário está tão desafiador que a Maçã ofereceu um leasing camarada de maquinários aos seus parceiros, tudo na tentativa de contornar uma série de problemas nas linhas de produção.

“O leasing é um contrato denominado na legislação brasileira como “arrendamento mercantil”. As partes desse contrato são denominadas “arrendador” e “arrendatário”, conforme sejam, de um lado, um banco ou sociedade de arrendamento mercantil e, de outro, o cliente. O objeto do contrato é a aquisição, por parte do arrendador, de bem escolhido pelo arrendatário para sua utilização. O arrendador é, portanto, o proprietário do bem, sendo que a posse e o usufruto, durante a vigência do contrato, são do arrendatário. O contrato de arrendamento mercantil pode prever ou não a opção de compra, pelo arrendatário, do bem de propriedade do arrendador.”

Ao que os ventos indicam, as novas máquinas tem uma montagem de componentes bem complexas e diversas empresas que produzem e montam os i-devices recuaram em suas perspectivas de produção diante da pequena margem de lucro e altíssimo custo operacional. Foi necessária a intervenção auspiciosa da Maçã.

As notícias convergem no sentido de que o iPhone 8 não será entregue antes do mês de novembro desse ano. Então, para aqueles que anseiam por viajar em decorrência do lançamento do produto, não comprem ainda os seus bilhetes aéreos.

E você, quais são as suas perspectivas em relação à data de lançamento do iPhone da década?

iPhone 6S ou Galaxy S7

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A crise brasileira tornou os preços da Apple ainda mais salgados, isso incrementou o  seguinte questionamento à nossa comunidade de admiradores da Maça, ainda vale a pena comprar iPhone?

Essa dúvida se deve não apenas ao mal estar econômico no Brasil, mas também ao esforço da concorrência, que tem trazido para o mercado ofertas tentadoras, preços sempre mais acessíveis e produtos com características técnicas muito boas.

Entre os rivais do iPhone damos destaque ao Galaxy da Samsung, um aparelho para lá de interessante, que desperta a curiosidade até mesmo do maior fã da Apple. Uma verdade deve ser dita a empresa coreana não inovou em absolutamente nada, apenas copia tudo que pode, sem qualquer ideia original.

Acreditamos que nesses últimos tempos o maior trunfo da Sammy foi a tela, com tecnologia AMOLED, que proporciona a intensidade do preto, das cores, maior resolução, indubitavelmente melhor, do ponto de vista visual, que a tela LCD do iPhone, tecnologia IPS. Devemos ressaltar que a última tecnologia, apesar de mais antiga ostenta as suas vantagens, o que confere a tela durabilidade, visibilidade em ambiente ensolarado,  autonomia de bateria. Entretanto, no final o que vale mesmo é aquela impressão das imagens deslumbrantes e o impacto daquela tela que ocupa as bordas, tornando o aparelho bem atraente no design.

O segundo ponto forte da linha Galaxy S é a autonomia de bateria, que possui maior capacidade energética, mas também gasta mais em razão do seu hardware, mesmo assim tem um saldo de energia maior que aquele encontrado no segmento dos iPhones.

Uma vez pisados esses detalhes importantes, ao ponto principal, o Galaxy S7 ou o iPhone 6S?

Os dois são bons em termos de qualidade e vantagens. Devemos alertar que o Galaxy S7 não trás nenhuma inovação em relação ao Galaxy S6. Quem nunca usou Apple pode certamente escolher qualquer um de ambos aparelhos e ser muito feliz. Verdade seja dita, a maior desvantagem do iPhone é o preço, no Brasil.

O iPhone se você já conhece, é um produto de qualidade incontroversa. O Galaxy é um produto robusto, que tenta superar o iPhone. O critério de desempate é o sistema operacional, o iOS continua, mesmo com as limitações, um sistema mais lapidado, seguro e avançado que a sua cópia, o Android. Sem mencionar as vantagens do ecossistema da Apple e da facilidade de uso por quem já está acostumado com ele. A sinergia de um produto em que o hardware e software interagem numa simbiose eficiente e intuitiva continua sendo um triunfo do iPhone.

Superada essa intuitividade e costume de uso do iOS nada impede que você se empolgue com um pequeno incremento da autonomia de bateria do Galaxy S7, tela de resolução maior, cores mais vivas e um aparelho com design mais arrojado. E ainda tem os mimos recentes, um Oculus que cansa de usar em uma semana e uma resistência à água que para a maioria das pessoas, em termos práticos, não será uma grande vantagem além de tirar onda com os amigos.

Gostaríamos muito de ler as suas dúvidas e opiniões sobre o assunto!

 

iPhone completa 8 anos, a revolução do bem

Há exatos 8 anos, no dia 29 de Junho de 2007, o primeiro iPhone era lançado e uma revolução tinha seu início. Essa data foi um divisor de águas marcante e uma vitória para o consumidor. Até então ele estava preso ao que ditavam as operadoras de celular e ao baixo e caro padrão de aparelhos impostos pelas fabricantes tradicionais. Foi mais que o lançamento de um novo produto, houve também a transição de conceitos na indústria e no mercado de consumo, na sociedade como um todo. Das coisas pequenas às grandes a rotina da humanidade nunca mais foi a mesma.

A Apple criou uma nova fronteira agrícola digital, até os seus concorrentes foram agraciados com o novo campo que se abriu. Milhares de empresas surgiram do nada e algumas se valorizaram na casa dos bilhões. E considerando que uma coisa puxa a outra, o fenômeno do Youtube, Facebook está intimamente associado ao mundo dos smartphones. Hoje em países como o Brasil as pessoas já passam mais tempo na internet que vendo televisão. Se na terra da novela está assim, imagina em outros lugares.

Quando Steve Jobs mostrou ao mundo a jóia da tecnologia chamada iPhone, ele provocou uma metamorfose de hábitos, padrões e demandas que foram muito além do próprio dispositivo celular e de seus compradores. O mercado como um todo mudou, o mundo mudou. O visionário co-fundador da Apple elevou a importância da tecnologia para um patamar de bom gosto, que compreende até a arrumação dos fios dentro do produto.

A exigência por uma mercadoria de qualidade, e de recursos que realmente funcionam bem, puxa consigo uma demanda de alto nível para outros gêneros e serviços, públicos ou privados. Muitos que não conheciam a Apple passaram a ter conhecimento de sua existência e de suas premissas tecnológicas, e comungaram com a mesma visão de tecnologia, beleza e praticidade. Foi um efeito em cadeia, surgiu uma nova cultura e as pessoas passaram a cobrar por soluções mais qualificadas. Elas se tornaram mais exigentes e informadas.

A Apple se tornou foco central de tendências, basta ver um exemplo simples, o formato de layout e mídia que Cupertino emprega em suas atividades, é tudo exaustivamente copiado, ou inspirado, no design de sítios de internet, softwares, produtos e em diversos comerciais e em outros segmentos. Até o conceito de decoração de suas lojas é exaustivamente copiado ou inspirado. As pessoas deram mais importância às fontes, mesmo sem saber.

É muita coisa pra enumerar, mas com o iPhone as pessoas passarão a estar mais conectadas à tecnologia e o mundo encolheu mais um pouco diante de tantos avanços que acompanharam este smartphone. Houve uma revolução dos meios de transmissão de dados que foram melhorados com vistas a se adequar a demanda do novo perfil de usuários, o uso de internet móvel foi massificado com o ponta pé inicial da Apple. O cotidiano das pessoas ao redor do mundo foi alterado em profundidade.

O iPhone é um diário, é um cofre, é um retrato, é um computador de bolso, é um canivete suíço, é muitas coisas ao mesmo tempo, e tornou-se essencial na vida de muitas pessoas, é muito mais que um mero comunicador.

O que mais nos admira na Apple, é que ela liderou essa revolução ostentando bandeiras como a da ética, de respeito a natureza, beleza, satisfação do consumidor, do trabalhador, ela abraçou todos os bons valores ao mesmo tempo e nos brindou com o iPhone.

Um brinde ao iPhone e a todos os que o idealizaram e o trouxeram ao mundo, parabéns por 8 anos! Viva a inovação e a vitória do bem!

Quando a fé encontra a tecnologia, eis o app oficial do Santo Sudário

Estávamos fora do ar nesses últimos dias, melhor dizendo, estávamos literalmente no ar, em viagem. Em razão disso pecamos com os nossos leitores, e deixamos o blog desguarnecido de posts. E para a nossa sagrada remissão, nada mais apropriado que comentar sobre um app diretamente ligado a uma das maiores relíquias do mundo cristão.

Trata-se do Shroud 2.0 , aplicativo oficial do Santo Sudário. Veja só, até pra isso “there is an app for that”.

“O Sudário de Turim, ou o Santo Sudário é uma peça de linho que mostra a imagem de um homem que aparentemente sofreu traumatismos físicos de maneira consistente com a crucificação. 1 O Sudário está guardado na Catedral de Turim, na Itália, desde o século XIV.2 Pertenceu desde 1357 à casa de Saboia que em 1983 o doou ao Vaticano. 3 A peça é raramente exibida em público,4 a última exposição foi no ano 2010 quando atraiu mais de 50 mil fiéis. 5 O Sudário é um dos acheiropoieta (grego bizantino: “não feito pelas mãos”) 6 e vários cristãos acreditam que seja o tecido que cobriu o corpo de Jesus Cristo após sua morte. 7 A imagem no manto é em realidade muito mais nítida na impressão branca e negra do negativo fotográfico que em sua coloração natural. 8 A imagem do negativo fotográfico do manto foi vista pela primeira vez na noite de 28 de maio de 1898 através da chapa inversa feita pelo fotógrafo amador Secondo Pia que recebeu a permissão para fotografá-lo durante a sua exibição na Catedral de Turim.” Wikipedia

Mesmo não comungando de extrema devoção católico religiosa, esse aplicativo foi mais que uma agradável surpresa, ele realmente é digno de atenção e convém uma boa explorada.

Ao ser executado, o app levou algum tempo em sua inicialização, parecia que ia acontecer algum bug, mas ao final se inicializou corretamente. O mencionado app possui um layout interessante e oferece diversas opções para serem exploradas, tudo dentro de um conteúdo interativo que realmente agrega valor para a experiência do usuário.

Uma das propostas do app é propiciar a contemplação desse objeto tão famoso e ao mesmo tempo tão secreto. Ter o privilégio de acessar a imagem per si é uma experimentação única, pois independentemente do credo é uma peça envolta em um mistério digno de um livro de Dan Brown.

O app foi desenvolvido pela Haltadefinizione, cuja especialidade é integrar arte a imagens de alta definição, fundindo cultura à alta tecnologia. O trabalho ficou sensacional e recomendamos o download do app e também olhar as obras de artes que já foram trabalhadas pela equipe da Haltadefinizione.

Baixe-o agora mesmo, pois ele está de graça. Não será necessário pagar dízimo ou efetuar uma cruzada para estar um pouco mais próximo do céu.

Ainda que tenha outras crenças, esse app impressiona e vale o download.

É fantástico observar essa aproximação entre a fé e a tecnologia. Ao longo das eras o progresso, muitas vezes, não foi bem recebido pela religião, e por isso, esse alinhamento renova toda a perspectiva sobre o assunto. E esse não é um caso isolado.

Link do download

Obama no Twitter e a Apple preocupada com dados eletrônicos

Recentemente o presidente dos Estados Unidos fez o seu primeiro post na sua conta @POTUS, “President of the United States”.

O senhor Barack Obama além de ser o homem mais poderoso do mundo, é também um grande comunicador. As suas corridas presidenciais tiveram um grande apelo às redes sociais da internet. E ele próprio é um entusiasta das ferramentas modernas. Ele já usou diversos canais de internet para divulgar as suas ideias e propostas de governo, e até mesmo realizar debate com cidadãos. Ele teria recebido um protótipo de iPad do Steve Jobs, antes mesmo de ser presidente, e é fã de carteirinha das “invenções” da Apple.

Retornando ao episódio recente, o presidente norte-americano postou o seu primeiro Twitter oficial de presidente, e o fez de um iPhone. Entretanto, o referido device não seria dele, que apenas pode usar um BlackBerry customizado, presidencial. É sabido que ele aprecia Berries, e que em relação ao iPhone, apesar de amar o device, existe a mencionada restrição de uso por questões de segurança, o que já gerou desabafo presidencial sobre o assunto. E por que o iPhone é preterido? Isso ocorre por uma política do próprio executivo daquele país, que teme que os esforços contra o crime sejam enfraquecidos pela segurança de dados das empresas de tecnologia. E por isso, se esforçam numa política de fragilizar sistemas móveis para tornar mais fácil o acesso aos seus dados.

A Apple, em consenso com várias outras empresas de tecnologia, por contrapartida, coincidentemente, enviou uma carta aberta para a Casa Branca, endereçada ao presidente Obama, para tratar exatamente desse ponto, o direito a segurança e privacidade nos dados eletrônicos. Está sendo travada uma luta intensa sobre esses direitos e o resultado desse embate vai se refletir no mundo inteiro. A Apple tem investido e se empenhado para se tornar uma referência na integridade de dados, mas tem encontrado muitos obstáculos em seu próprio país.

Uma grande iniciativa governamental tem a intenção de fragilizar o máximo possível a privacidade das pessoas, especialmente de dados eletrônicos, para supostamente combater o crime. De outro lado, lideranças e empresas da tecnologia estão resistindo, com foco na liberdade e garantia do Estado de Direito. Em decorrência disso as mencionadas companhias estão recebendo ácidas críticas de autoridades e ameaças.

A Apple tem procurado se estabelecer como uma referência em privacidade e sigilo. Desde o escândalo do PRISM e das revelações de Snowden ela tem trilhado na direção de uma maior segurança dos dados, e de garantias que os mesmos terão ampla proteção jurídica, para a marca isso também é reconquistar a respeitabilidade e vender uma boa imagem.

A proteção aos dados eletrônicos é um debate muito interessante, e na medida que a internet e os sistemas digitais se agregam mais intensamente a vida das pessoas, mais dependente fica a democracia moderna de criar mecanismos eficientes para propiciar um ambiente de liberdade que não seja prejudicado pela necessidade de fiscalização da ordem e da justiça.

Eis a carta aberta. Futuramente, quando possível a traduziremos:

“Dear President Obama,

We the undersigned represent a wide variety of civil society organizations dedicated to protecting civil liberties, human rights, and innovation online, as well as technology companies, trade associations, and security and policy experts. We are writing today to respond to recent statements by some Administration officials regarding the deployment of strong encryption technology in the devices and services offered by the U.S. technology industry. Those officials have suggested that American companies should refrain from providing any products that are secured by encryption, unless those companies also weaken their security in order to maintain the capability to decrypt their customers’ data at the government’s request. Some officials have gone so far as to suggest that Congress should act to ban such products or mandate such capabilities.

We urge you to reject any proposal that U.S. companies deliberately weaken the security of their products. We request that the White House instead focus on developing policies that will promote rather than undermine the wide adoption of strong encryption technology. Such policies will in turn help to promote and protect cybersecurity, economic growth, and human rights, both here and abroad.

Strong encryption is the cornerstone of the modern information economy’s security. Encryption protects billions of people every day against countless threats—be they street criminals trying to steal our phones and laptops, computer criminals trying to defraud us, corporate spies trying to obtain our companies’ most valuable trade secrets, repressive governments trying to stifle dissent, or foreign intelligence agencies trying to compromise our and our allies’ most sensitive national security secrets.

Encryption thereby protects us from innumerable criminal and national security threats. This protection would be undermined by the mandatory insertion of any new vulnerabilities into encrypted devices and services. Whether you call them “front doors” or “back doors”, introducing intentional vulnerabilities into secure products for the government’s use will make those products less secure against other attackers. Every computer security expert that has spoken publicly on this issue agrees on this point, including the government’s own experts.

In addition to undermining cybersecurity, any kind of vulnerability mandate would also seriously undermine our economic security. U.S. companies are already struggling to maintain international trust in the wake of revelations about the National Security Agency’s surveillance programs. Introducing mandatory vulnerabilities into American products would further push many customers—be they domestic or international, individual or institutional—to turn away from those compromised products and services. Instead, they—and many of the bad actors whose behavior the government is hoping to impact—will simply rely on encrypted offerings from foreign providers, or avail themselves of the wide range of free and open source encryption products that are easily available online.

More than undermining every American’s cybersecurity and the nation’s economic security, introducing new vulnerabilities to weaken encrypted products in the U.S. would also undermine human rights and information security around the globe. If American companies maintain the ability to unlock their customers’ data and devices on request, governments other than the United States will demand the same access, and will also be emboldened to demand the same capability from their native companies. The U.S. government, having made the same demands, will have little room to object. The result will be an information environment riddled with vulnerabilities that could be exploited by even the most repressive or dangerous regimes. That’s not a future that the American people or the people of the world deserve.

The Administration faces a critical choice: will it adopt policies that foster a global digital ecosystem that is more secure, or less? That choice may well define the future of the Internet in the 21st century. When faced with a similar choice at the end of the last century, during the so-called “Crypto Wars”, U.S. policymakers weighed many of the same concerns and arguments that have been raised in the current debate, and correctly concluded that the serious costs of undermining encryption technology outweighed the purported benefits. So too did the President’s Review Group on Intelligence and Communications Technologies, who unanimously recommended in their December 2013 report that the US Government should “(1) fully support and not undermine efforts to create encryption standards; (2) not in any way subvert, undermine, weaken, or make vulnerable generally available commercial software; and (3) increase the use of encryption and urge US companies to do so, in order to better protect data in transit, at rest, in the cloud, and in other storage.”

We urge the Administration to follow the Review Group’s recommendation and adopt policies that promote rather than undermine the widespread adoption of strong encryption technologies, and by doing so help lead the way to a more secure, prosperous, and rights- respecting future for America and for the world.

Thank you”

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Fonte: iClarified