Guia – Como comprar um iPhone online na Apple Store Norte Americana

“Processing Items”

Esse aviso vai perseguir qualquer pessoa que resolva obter o seu precioso iPhone 6 pela compra na Apple Store online. O que significa isso?  Esse aviso é algo comum, e que demorar a ser trocado no status da compra. Então a primeira e mais importante dica do Mundo Apple será informá-lo(a):

A Apple apenas fatura o seu cartão de crédito quando o produto é enviado (shipped), e jamais antes disso. Portanto, a mudança do “Processing Items” apenas ocorrerá após a cobrança efetiva do produto. O nosso iPhone nosso demorou 11 dias no processing, e quanto maior a previsão de entrega, maior será essa demora. Haja cabelo.

O problema é que isso, numa eventualidade, faz com que se descubra tarde demais a negativa do cartão de crédito. Essa postura da Maçã é muito digna, honesta e original, mas a nós, consumidores, que não residimos nos Estados Unidos, pode fazer total diferença, principalmente para a nossa paz e sossego. Isso porque o tempo de entrega de nossos pedidos deve ser friamente calculados para coincidir com o nosso período de estadia, ou de terceiros, nos Estados Unidos.

A dica mais simples para evitar um susto depois de aguardar o “Processing Items” após vários dias, e se acaso descobrir uma melhor deixe o seu comentário, é fazer efetuar a compra de algum item “mais barato”, e que esteja em estoque, para pronta entrega, pois logo em seguida ao seu pedido o cartão deverá ser faturado e assim você poderá ficar ciente se houve ou não uma eventual recusa do cartão. Essa manobra é indicada para pessoas que possuam fundado receio na não aceitação de seus cartões.

1º Passo – Tenha uma conta ID Apple

Crie uma conta, caso ainda não tenha. É importante esclarecer que você pode usar sua conta preexistente, a mesma que usa para baixar aplicativos na AppStore. Não existe sequer a necessidade de mudar o país padrão (não mude a região da sua conta). http://store.apple.com/us

Macete “secreto”: Existe um app da Apple para acompanhar as suas compras na Apple Store, só que ele não pode ser baixado pela loja do Brasil. Contudo, é possível usá-lo, basta criar uma outra conta, selecionar a loja dos Estados Unidos, baixar o app usando essa nova conta e depois, uma vez com o aplicativo instalado, retorne para a loja brasileira. O aplicativo vai continuar instalado no seu aparelho e vai ser possível usá-lo para compras e acompanhamento de pedidos sem qualquer transtorno.

Link do app na Apple Store , esse é um aplicativo produzido pela própria Apple

Informações Úteis

– A compra online na Apple é uma compra segura;

– O risco de haver algum ato criminoso durante a entrega ou após é muito pequeno, pois haverá uma assinatura de um funcionário do hotel, uma vez assinado o recebimento existe a responsabilidade do estabelecimento;

– Ainda sobre o item acima, aso você seja um azarado é possível um refund, fora as consequências civis e penais aos responsáveis (Estados Unidos é um grande país, as leis são severas);

Desbloqueie o cartão para uso no exterior, verifique o prazo de desbloqueio e o limite disponível, a função crédito soma com a de débito;

– Caso mande entregar em hotel, pode ser uma boa ideia escolher a opção endereço comercial (ainda não descobrimos as diferenças práticas advindas dessa opção);

– Na hora de preencher as informações de pagamento, coloque o endereço de fatura como sendo exatamente o endereço de entrega;

– Na maioria dos hotéis não existe problema no fato da encomenda chegar antes, mas sempre haverá na hipótese de chegar depois, obviamente;

– Ao informar os prazos de entrega, a Apple raramente erra pra mais, quando ocorre, costuma ser para menos. Ocorrendo a primeira situação é de praxe que ela envie um e-mail avisando sobre o inconveniente e também na própria página que mostrar os seus pedidos (check order status).

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Apple Watch, uma tragédia anunciada ou sucesso divino

Esse ano a Apple trouxe à luz um de seus produtos mais aguardados, o iWatch.  Na verdade o nome escolhido foi outro, Apple Watch, e o gadget que foi mostrado ao mundo era um protótipo contendo apenas um demo. O lançamento foi embalado numa poderosa força mítica de marketing e a mídia dançou conforme a música. Entretanto, foi uma valsa permeada de sorrisos amarelos, eis que os jornalistas e blogueiros que sucedem em desenvolver laços com a Apple possuem os receios de perder essa regalia. A relação de Cupertino é assim, falem mal, falem sem mim. O resultado prático são críticas bem tímidas, quase não “críticas”.

Além disso, a Maçã alcançou tanta glória com os seus produtos refinados, de ponta, que aparenta estar revestida de uma aura divina. Ela realmente desfruta de uma situação ímpar, sendo uma das marcas mais valiosas do mundo, um lucro e um caixa maior que a de Estados nacionais. Sem dúvida alguma é uma companhia que está revolucionando a tecnologia, mas toda a sua grandeza será o suficiente para emplacar um relógio de pulso que tem uma autonomia de bateria diária?

O Apple Watch se chama em português Relógio da Apple, a empresa tem grandes planos para esse produto, para que ele seja muito mais que um mostrador de horas. Talvez o nome tenha sido o primeiro pecado da Maçã, pois na própria nomenclatura houve uma discreta limitação de atribuições desse objeto. Entretanto, talvez a grande falha tenha sido a busca dos projetistas do Loop Infinito de abraçar todas as funções possíveis ao mesmo tempo num só aparelho e o esforço de colocá-lo num patamar bem mais alto que o da concorrência. Pode ser que esses braços não alcancem tudo o que se quis abraçar.

Sir Ive e os propagandistas se vangloriam de um design impecável, mas mesmo os grandes apreciadores de arte podem dizer que o Apple Watch não passa de um iPod Nano 6ª geração assassinado, clonado e engordado para dar vida ao “Frankenstein” de linhas impecáveis, sem quaisquer retalhos.

Estaria esse promissor aparelho algo mais para conteúdo ficcional de Mary Shelley ou para tragédia real, como um Titanic? Nesse caso o iceberg já teria colidido com o casco, pois a autonomia de bateria pode ser considerada a “pequena” causa à botar uma grande ideia a pique. Noticias que circulam na “inter webs” dão conta que a projeção de vendas seria tão alta que o pedido da Apple para as parceiras fabricantes alcance mais de 40 milhões de unidades.

Em meados de março, quando iniciarem as vendas do relógio poderemos observar se no caso da Apple os números ainda seguem a razão, ou se a Maçã é divina. Intuitivamente esse quadro faz remeter ao filme “O homem que queria ser rei”, título original “The Man Who Would Be King”, que foi adaptado às telonas de cinema estrelando Michael Caine e Sean Connery. Sem adentrar mais em Hollywood, o que importa, vem aí spoiler, é o final da história: um deus que sangra não é um deus.

Conceito de um iPhone 8 por Steel Drake

A geração de iPhones 6 bateu novos recordes de venda e mostrou que a cada lançamento a Apple parece arrebatar mais compradores ávidos pelo refinamento demonstrado pelos projetistas de Cupertino.

A fornada desses modelos ainda nem esfriou e já começam a surgir novos conceitos de como seriam os próximos iPhones. É um fato curioso, que às vezes a imaginação desses designers consegue praticamente antecipar o futuro modelo. As críticas sempre vão existir, mas ninguém pode questionar que o iPhone serve de inspiração ou literalmente cópia para todos os outros smartphones do mercado. O produto responsável por quase 50% da receita da Apple se estabeleceu como a padronização desse tipo de utensílio tecnológico.

“Projeto conceitual é um tipo de arte que dá precedência à função hipotética, é a criação e exploração de novas ideias; é distinguida da concepção em geral por não ser necessariamente funcional, mas uma ilustração de um design que pode mostrar umaa ideia que pode ser pontencialmente funcional.” Wikipedia

Carros conceitos costumam ser hipnotizadores, e as linhas do aparelho idealizado por Steel Drake causam um impacto semelhante. Aposto que alguns gostariam que esse fosse o realmente o próximo iPhone, e você o que acha? Comente!

Fonte: Behance Sic Via: Concept Phones

[Vídeo] Tim Cook, entrevista do Wall Street Jornal

Recentemente o CEO da Apple foi entrevistado numa conferência sobre tecnologia em outubro, promovido pelo WSJ. O vídeo de Tim Cook foi postado na íntegra e está bem interessante. Na conversa foram abordados temas atuais, como iWatch, Apple Pay e algumas curiosidades. O diálogo está todo em inglês e com legendas na mesma língua. Vale a pena assistir.

http://www.wsj.com/video/tim-cook-at-wsjd-live/C48FC1F0-8E23-4592-8D9A-D08CD70E438F.html

Fonte: WSJ